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Clínica da Identidade

Stéphane Thibierge

Esta tradução é fruto de um trabalho de cooperação interinstitucional que visa fornecer subsídios para o estudo da psicanálise a partir da obra de Stéphane Thibierge. Produzida com base no rigor clínico do autor, membro da Association Lacanienne Internationale, esta edição é de uso exclusivo de seus membros e dos participantes do Centro de Estudos Freudianos do Recife (CEF), não possuindo qualquer finalidade comercial.

Os tradutores e revisores empenharam-se em preservar o estilo do autor ao tratar a identidade como uma “paixão moderna” que afeta indivíduos e grupos. O texto percorre desde os fenômenos da psicose até as dificuldades da neurose contemporânea, abordando questões como o consumo, o estatuto do pai e a posição feminina, mantendo a fidelidade à letra para permitir ao leitor uma interrogação singular.

Agradecemos a todos que colaboraram para tornar possível esta edição, que busca oferecer uma análise clínica em contrapartida às respostas automáticas da atualidade. Fica o convite para que os interessados contribuam com sugestões ou correções, levando adiante este projeto e fortalecendo a circulação do saber psicanalítico.

APÓLOGOS capa_page-0001

Os Apólogos de Jacques Lacan

Jacques Lacan

Esta tradução é efeito de transferência de trabalho interinstitucional, tendo por objetivo principal fornecer subsídios para o estudo da obra de Jacques Lacan a partir de seus apólogos. Reunindo relatos como a lata de sardinhas, o pote de mostarda e o louva-a-Deus, a obra articula a “moral” desses breves textos a conceitos fundamentais, da função do olhar à angústia.

Realizada a partir do trabalho de Nicolas Dissez, membro da Association Lacanienne Internationale, esta edição destina-se ao uso exclusivo de seus membros, bem como dos participantes do Centro de Estudos Freudianos do Recife (CEF), não tendo qualquer finalidade comercial.

Os tradutores e revisores que colaboraram nesta tarefa buscaram preservar a elegância do estilo, o humor e a inventividade teórica do autor. Procurou-se manter a fidelidade à letra, evitando elucidações que pudessem induzir o leitor, permitindo que as dicas e astúcias de Lacan — que nunca considerou suas fórmulas como definitivas — fossem passadas adiante em sua total subjetividade.

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A Lógica do Fantasma

Jacques Lacan

Esta tradução é efeito de transferência de trabalho inter institucional, tendo por objetivo principal fornecer subsídios para o estudo, a partir da leitura textual da obra de Jacques Lacan. Realizada a partir do texto estabelecido pela Association Lacanienne Internationale, destina-se ao uso exclusivo dos seus membros, bem como dos participantes do Centro de Estudos Freudianos do Recife, não tendo qualquer nalidade comercial.

Os tradutores e revisores que colaboraram nessa tarefa, reconhecendo a importância de preservar o estilo e a subjetividade do autor, procuraram manter-se éis à letra, evitando qualquer elucidação que pudesse induzir o leitor. Assim, os mistérios foram suportados, as dúvidas e os enigmas passados adiante, deixando-se ao leitor a oportunidade de saboreá-los.

Agradecendo a todos que colaboraram conosco tornando possível esta edição, ca aqui um convite àqueles que queiram levar adiante este projeto, para contribuir com sugestões ou correções, que serão bem-vindas, impulsionando e fazendo circular a palavra de Lacan.

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De um Outro ao outro

Jacques Lacan

A presente tradução é fruto de intenso trabalho interinstitucional mobilizado por uma transferência efetiva ao ensino de Lacan e à transmissão da psicanálise, viabilizado e suportado pelo CEF-Recife em seu projeto de formação do psicanalista. Como na dupla volta da pulsão invocante, interior e exterior se sucedem, se enlaçam e se renovam e, nesse movimento, alternando-se tradução versus traição, eles se desdobram, permitindo que o legado de Lacan siga seu caminho…

Este, mais que os demais Seminários anteriormente traduzidos por nós, aportou em várias mãos, tornando-se assim difícil, por vezes, especi carmos uma nota do tradutor ou do revisor. Por outro lado, por reconhecer a importância de preservar o estilo e a subjetividade do autor, aqueles que aqui se engajaram procuraram manter-se éis à letra, evitando, em nome de qualquer elucidação que seja, dizer mais do que o próprio texto. Por conseguinte, as notas de tradução limitam-se ao próprio sentido das palavras, declinando-se de quaisquer esclarecimentos que possam induzir o leitor.

Agradecendo a todos que colaboraram conosco tomando possível essa edição deixamos aqui um convite para que se duplique a aposta – com sugestões, comentários ou críticas – e se impulsione a circulação do texto permitindo assim a construção e o desvelamento de novos horizontes, e que a “carta” cumpra seu destino.

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A Identificação

Jacques Lacan

Esta tradução é efeito de uma transferência de trabalho interinstitucional, em lugares onde o ensino de Lacan se inscreve, se processa e se desdobra. Permite-nos inscrever mais um passo no objetivo principal: fornecer subsídios para o estudo, a partir da leitura textual da obra de Jacques Lacan. Ora, como a carta roubada, esse legado passa adiante. Dá-se, assim,.continuidade ao ensino e transmissão da psicanálise, tecendo¬se novos laços e abrindo-se novas perspectivas de interlocução.

Reconhecendo a importância de preservar o estilo e a subjetividade do autor, os tradutores e revisores procuraram manter-se éis à letra, evitando qualquer elucidação que pudesse induzir o leitor. Assim, os mistérios foram suportados e os enigmas passados adiante, deixando-se ao leitor o direito de saboreá-Ios.

Realizada inicialmente a partir das notas estenografadas dos seminários de Lacan e, a seguir, cotejada pelo texto estabelecido pela Association freudienne internationale, esta tradução destina-se ao uso exclusivo dos participantes do Centro de Estudos Freudianos do Recife, não tendo qualquer finalidade comercial

Agradecendo a todos que colaboraram conosco tornando possível esta edição, ca aqui um convite àqueles que queiram levar adiante este projeto, através de sugestões ou correções, que serão sempre bem-vindas, fazendo circular a palavra de Lacan

PROBLEMAS CAPA_page-0001

Problemas Cruciais para a Psicanálise

Jacques Lacan

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A Psicanálise e seus Paradoxos

Ivan Corrêa

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Formas Clínicas da Nova Patologia Mental

Charles Melman

Em nome do Centro de Estudos Freudianos, gostaria de dar as boas vindas ao Dr. Charles Melman, a Telma Queiroz (nossa colega que fará o trabalho de tradução do seminário), e a todos que aqui estão presentes. Sejam todos muito bem vindos. Saibam que é uma alegria recebê-los. Quero dizer que nos sentimos muito honrados em receber o Dr.

Melman; desde já agradecemos por ter aceito o nosso convite e estar aqui hoje entre nós. Carles Melmann foi colaborador de Lacan e um dos principais dirigentes da École Freudienne de Paris, é fundador da Association Lacanienne lnternationale, tem numerosos trabalhos publicados, inclusive em português, alguns destes resultantes de conferências e cursos, como o que estará sendo lançado logo mais à noite, resultante do seminário realizado em Curitiba, em abril de 2002. O nome do Dr.

Melman está hoje identificado com o próprio avanço da Psicanálise. Através de uma elaboração extremamente articulada aos acontecimentos do nosso tempo, o Dr. Melman avalia as incidências da mutação cultural sobre o sujeito, discutindo seus efeitos, dentro de um permanente compromisso com a descoberta freudiana e lacacaniana. Passo, então, a palavra ao Dr. Melman. Mª Emilia de Carvalho Lapa

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A Escrita da Sintonia

Ivan Corrêa

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Nós do Inconsciente

Ivan Corrêa

Prezado leitor,

Vindo a lume em 1993, os “Nós do Inconsciente” retomam com o acréscimo de quatro seminários realizados no CEF-Recife, três sobre a “Angústia” e o outro sobre os “Trans nitos”. O tempo passou nestes 14 anos mas, por de nição, alguns “Pontos Fixos” permanecem.

Além disso, trata-se, sobretudo, de uma ode à memória quando ingresso numa nova década. É uma repetição, é verdade, mas sem repetição não há inconsciente e sem inconsciente não há psicanálise. De todos “nós”, os “nós” que nos amarram aos sintomas podem nos desatar e nos enodar aos Sinthomes, para sabermos o que fazer com nossos “nós”.

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O Saber do Psicanalista

Jacques Lacan

As conferências aqui reunidas sob o título O Saber do psicanalista foram proferidas na capela do Hospital Sainte-Anne paralelamente ao seminário… ou pire. 

Tratava-se de retomar contato mais diretamente com os jovens psiquiatras, uma preocupação que nunca o abandonou. Ainda que se imponha, de modo geral, reservar para seu seminário os elementos novos que ele pensa poder trazer, estas lições apresentam muitos desenvolvimentos que não se encontrarão alhures e cuja importância não deve ser subestimada.

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Melancolia Infantil

Gabriel Balbo

Pensar sobre o autismo mas, sobretudo, se deparar com uma criança autista nos mobiliza sempre inquietações e sua abordagem continua sendo alvo de polêmicas acirradas. O texto que Gabriel Balbo nos traz não tem o objetivo de apaziguar inquietações nem diminuir as polêmicas já exis¬tentes – ao contrário. 

Aqui, questionando o conceito de autismo após um passeio ao longo do último século pelo desenvolvimento desse conceito, G. Balbo ao defender a idéia de que o au¬tismo “é apenas uma melancolia infantil” lança mais lenha na fogueira.

O autor a rma que o autista do modo como vem sendo de nido e abordado, torna-se um ser “acéfalo e assexuado”, nem sujeito nem predicado, poderíamos dizê-Io, seguindo a relação que o autor vai fazer com a lógica proposicional e os anseios de Wittgenstein de encontrar uma lógica vazia de sentido: “Com exceção da Torre de Babel não existe, portanto, nenhuma comunicação desprovida de sentido e de desejos, uma comunicação estritamente lógica e calculável, libera¬da de toda interferência subjetiva. A crer verdadeiramente que Frege, Russel, e Wittgenstein teria dado à palavra esta lógica vazia de todo sujeito e de todo sentido é a mesma de Kanner quando ele tenta explicar o que é uma criança autista, esforçando-se em fazer dela um ser que não possui¬ria outra linguagem a não ser a linguagem da comunicação estritamente sem sentido.”

Da mesma maneira provocadora G. Balbo nos diz que a passagem ao ato do suicida não é um momento infeliz, ao contrário, “o que permite a passagem ao ato é uma lem¬brança infantil muito feliz”, e é ao texto de Tolstoi em Anna Karenina que ele recorre para demonstrar tal a rmação. De Zenão a Goethe, de Durkheim a Freud o autor novamente passeia pelos últimos séculos nos trazendo uma síntese riquíssima dos estudos e conceitos sobre o suicídio.

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A Ética da Psicanálise

Maria Lúcia de Queiroz Santos

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A criança e o adolescente no século XXI

Ivan Corrêa

O Congresso Internacional de Psicanálise sobre ”A criança e o adolescente no século XXI – Desa os psicanalíticos, políticos e sociais” organizado pela Association Lacanienne Internationale, pelo Centro de Estudos Freudianos do Recife e pela Escola de Estudos Psicanalíticos, marcou o momento de um excepcional encontro em que não somente a teoria e a clínica psicanalítica atingiram o que se poderia considerar um “non plus ultrà’, mas também onde a diversidade se vetorializou numa “transferência de trabalho” de grande fecundidade. 

Vindos de lugares vários e de distintas culturas, estas colorações só zeram dar mais brilho e expressivo calor as nossas intervenções. De pouco valeria nos termos reunido se não tivéssemos podido nos escutar uns aos outros numa atmosfera de agradável interlocução. 

A publicação desses textos é urna tentativa de transmitir algo do que aí ocorreu no sentido do adágio latino “Verba volant, scripta manent”, mas usando uma licença paremiológica para fazer uma inversão do provérbio, “Verba manent, scripta volant”: as palavras lá permaneceram ou cada um guardou consigo. Os escritos que agora saem à lume, poderão não apena“.’Dar e acompanhar os participantes, mas também atingir aqueles que aí não estiveram A conjunção da palavra e da escrita poderá minimizar o impossível da linguagem de tudo dizer, mesmo que a exuberância do signi cante produza urn verdadeira assintotia, que podemos nomear objeto a.

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A Angústia

Jacques Lacan

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Da Tropologia à Topologia

Ivan Corrêa